Estudantes negros e africanos: sujeitos presentes, vozes ausentes

  • Roseane Maria de Amorim Universidade Federal de Alagoas
  • Andréa Giordanna Araujo da Silva Doutoranda em Educação, professora da Universidade Federal de Alagoas- UFAL –
  • Fabson Calixto da Silva Mestre em Educação -UFAL
  • Igor Rafael Bispo Santos Graduando em História - UFAL
Palavras-chave: Políticas de ações afirmativas, Africanos, Cotas Raciais.

Resumo

Este artigo tem como objetivo descrever e analisar alguns dados de um projeto de extensão e pesquisa intitulado As narrativas de si e os efeitos das políticas de ações afirmativas para cotistas e africanos. Temos como questões centrais do nosso trabalho as seguintes indagações: O que dizem os estudantes cotistas e não cotistas sobre as cotas? O que pensam os diversos grupos africanos que estão na universidade sobre as cotas e a vivência como educandos em Alagoas? Em termos metodológicos, utilizamos de alguns procedimentos e instrumentos próprios da pesquisa-ação para criarmos nossos processos de diagnóstico e intervenção social. Conclui-se, após a investigação, que as políticas de ações afirmativas na universidade devem ser objeto de debate constante seja na academia, seja na sociedade. Há um desconhecimento por parte dos cotistas, não cotistas e africanos sobre as questões das cotas com recorte racial e sobre as políticas de ações afirmativas como conquistas coletivas e direitos humanos de caráter sócio-histórico.

Biografia do Autor

Roseane Maria de Amorim, Universidade Federal de Alagoas
Professora Adjunta 2 do Centro de Educação da Universidade Federal de Alagoas - Setor Fundamentos da Educação
Andréa Giordanna Araujo da Silva, Doutoranda em Educação, professora da Universidade Federal de Alagoas- UFAL –
Doutoranda em Educação, professora da Universidade Federal de Alagoas- UFAL –
Fabson Calixto da Silva, Mestre em Educação -UFAL
Mestre em Educação -UFAL
Igor Rafael Bispo Santos, Graduando em História - UFAL
Graduando em História - UFAL
Publicado
2015-08-31
Seção
Artigos