A Hora da Fração: pequena sociologia dos vampiros na Educação Matemática

  • Carlos Roberto Vianna UFPR

Resumo

Este artigo traça uma analogia entre o imaginário associado às histórias de vampiro e as pesquisas e preocupações de professores relacionadas com o ensino das frações, principalmente no que diz respeito às séries iniciais do ensino fundamental. O artigo propõe a retirada das menções às frações como representação da relação parte-todo, advogando que neste contexto o objeto que recebe a denominação de ‘fração’ não é um número. Palavras-chave: Frações. Educação Matemática. Currículo. Ensino Fundamental.

Biografia do Autor

Carlos Roberto Vianna, UFPR
Graduado com Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal do Paraná (1980), mestrado em Educação pela Universidade de São Paulo (1995) e doutorado em Educação pela Universidade de São Paulo (2000). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Paraná, pesquisador do GHOEM (UNESP-Bauru) e do HIFEM (UNICAMP) e parecerista dos periódiicos Teoria e Prática da Educação (UEM), Zetetike (UNICAMP) e Bolema (Rio Claro). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Matemática, atuando principalmente nos seguintes temas: educação matemática, filosofia da educação matemática, formação de professores, história da matemática, história oral e metodologia de ensino.
Publicado
2008-12-28
Seção
ARTIGOS