"Meu corpo é um luxo":
corporeidade como prática vivencial das travestis
Resumo
A escrita traz reflexões sobre um estudo teórico e empírico a respeito da corporeidade travesti e suas relações sociais constituintes na contemporaneidade. A narrativa foi construída por meio do relato de dez travestis residentes do bairro Benfica, situado na cidade de Fortaleza. A operacionalização metodológica foi fragmentada mediante as etapas de revisão bibliográfica, trabalho de campo com a realização de entrevistas semiestruturadas e observação participante anotando o máximo de informações no diário de campo. As transmutações corpóreas carregam a superação e resistência de uma padronização heteronormativa. A suntuosidade de mudanças no corpo realça os desafios e dificuldades de se manterem viveis na sociedade. Introduzir no debate geográfico pensamentos pertinentes a essas particularidades é contribuir para uma visão polissêmica.
Palavras-chave: Travestis; Corporeidade; Resistência; Corpo; Vivencial.
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Estudos Geográficos: Revista Eletrônica de Geografia, Rio Claro, SP, Brasil - eISSN: 1678—698X está licenciada sob Licença Creative Commons