Pontos, contrapontos e questões pertinentes à regulamentação do profissional de Educação Física.

Autores

  • Jorge Steinhilber Professor de História e Estrutura e Funcionamento do Ensino na Faculdade Integradas Maria Thereza, Niteroi, RJ.

DOI:

https://doi.org/10.5016/6598

Palavras-chave:

Educação Física Profissão.

Resumo

A questão da regulamentação da profissão de Educação Física está em voga. Presente em quase todos os Congressos, Seminários e outros eventos além de salas de aula e debates nas Escolas de Educação Física. Tendo em vista as posições divulgadas pelo MOVIMENTO NACIONAL PELA REGULAMENTAÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA nos folhetos distribuídos em praticamente todos os Estados e, algumas posições surgidas em oposição à aspiração da maioria dos profissionais, acrescido da participação em debate na Faculdade de Rio Claro onde ficou explicitado ser a regulamentação uma disputa de poder e de ideologia (com o que não compartilho), entendi por bem elaborar um ensaio que permitisse aos leitores analisar os dois lados da questão. A motivação deveu-se, também, ao fato de em alguns locais onde tenho proferido conferências, ser indagado das razões pelas quais colegas tenham interesse em lutar pela não regulamentação, impedindo sua aprovação na Câmara dos Deputados.

Biografia do Autor

Jorge Steinhilber, Professor de História e Estrutura e Funcionamento do Ensino na Faculdade Integradas Maria Thereza, Niteroi, RJ.

Possui especialização em Administracao Publica pelo Fundação Getúlio Vargas - RJ(2003) e mestrado em Ciencia da Motricidade Humana pela Universidade Castelo Branco(1999). Atualmente é professor titular da Faculdades Integradas Maria Thereza. Atuando principalmente nos seguintes temas:Mercado de Trabalho Formação profissional atuação.

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