PADRÕES ANTRÓPICOS E FISIOGRÁFICOS DEFININDO UNIDADES DE PAISAGEM NA RESERVA EXTRATIVISTA ‘VERDE PARA SEMPRE’, PORTO DE MOZ, PA

  • Orlando WATRIN
  • Pedro Mourão de OLIVEIRA
  • Rodrigo Rafael Souza de OLIVEIRA

Resumo

Devido a ocupação humana esparsa e a pouca expressão econômica da região da foz do rio Xingu, as grandes transformações antrópicas ocorridas na paisagem local só foram sentidas com maior intensidade a partir da década de 1970, reflexo da implantação de grandes projetos de infra-estrutura na Amazônia. Neste trabalho, são avaliados aspectos ligados ao levantamento em semi-detalhe do uso e cobertura da terra em três unidades de paisagem (Várzea, Transição e Terra Firme) evidenciadas na Reserva Extrativista Verde para Sempre, município de Porto de Moz, Estado do Pará, a partir da análise espacial de diferentes produtos orbitais. As paisagens da área de estudo são dominada por formações vegetais nativas, principalmente por áreas de Floresta Ombrófila Densa. As atividades produtivas na área podem ser consideradas, em seu conjunto, relativamente modestas e espacialmente dispersas, favorecendo a fragmentação da paisagem em dois padrões distintos de ocupação, produtores ribeirinhos e médios pecuaristas, que promovem impactos ambientais com intensidades distintas nas paisagens locais.
Publicado
2014-03-04
Seção
Artigos

Artigos mais lidos do(s) mesmo(s) autor(es)