Da gestão ambiental à educação ambiental: as dimensões subjetiva e intersubjetiva nas práticas de educação ambiental

  • Daniel Fonseca de Andrade ESALQ/USP campus Piracicaba.
  • Marcos Sorrentino ESALQ/USP campus Piracicaba.

Resumo

O objetivo deste artigo é demonstrar que os objetivos dos processos de educação ambiental, diferentemente daqueles das práticas de gestão ambiental, devem se encontrar nas dimensões subjetiva e intersubjetiva da vida, e não na objetiva. Para desenvolver tal argumento, discorre sobre a formação do pensamento na era moderna e sua consequente objetificação, que relegou a subjetividade e a intersubjetividade a um segundo patamar de importância na compreensão sobre a realidade. Em um segundo momento, o artigo trata das limitações do objetivismo e a emergência da complexidade, que propõe uma nova lógica para se olhar e compreender o mundo e os fenômenos. As implicações dessas duas correntes de pensamento para a educação ambiental são, então, analisadas. Por fim, o artigo sugere cinco conceitos – identidade, comunidade, felicidade, diálogo e potência de agir – considerados como boas portas de entrada para o alcance das realidades subjetiva e intersubjetiva por práticas de educação ambiental.

Biografia do Autor

Daniel Fonseca de Andrade, ESALQ/USP campus Piracicaba.
Biólogo, Mestre em Ciência Ambiental, Doutorando em Ciência Ambiental pelo 
Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental – PROCAM – da Universidade de 
São Paulo. 
Pesquisador do Laboratório de Educação e Política Ambiental (Oca) do departamento 
de Ciências Florestais da ESALQ/USP campus Piracicaba.
Marcos Sorrentino, ESALQ/USP campus Piracicaba.
Professor Doutor do Departamento de Ciências Florestais da ESALQ/USP campus
Piracicaba
Coordenador do Laboratório de Educação e Política Ambiental do Departamento de 
Ciências Florestais da ESALQ/USP campus Piracicaba.
Publicado
2013-08-05
Seção
Artigos