Educação para o Risco: contribuições da complexidade, da reflexividade e das produções socioambientais

  • Fernanda Carvalho Universidade Federal do ABC
  • Luis David Universidade federal do ABC
  • Carla Santos Universidade federal do ABC
  • Fabricio Masaharu Universidade federal do ABC
  • Gabriel Cuzziol Universidade federal do ABC
  • Thiago Ribeiro Universidade federal do ABC
  • Ricardo Chierecci Universidade federal do ABC
  • Giselle Watanabe Universidade federal do ABC

Resumo

Os riscos referem-se a um conjunto de situações que nos afetam, sejam eles cotidianos ou mais globais. Para promover uma formação mais crítica e complexa, capaz de lidar com essas incertezas, nos parece essencial delinear um conjunto de parâmetros que definem uma Educação para o Risco. Para isso, esse artigo propõe investigar as principais ideias trazidas pelas pesquisas sobre Educação Ambiental, incluindo alguns referenciais teóricos da complexidade e reflexividade. Metodologicamente, identificam-se (i) os pressupostos teóricos da complexidade e reflexividade que contribuem para definir uma Educação para o Risco; e  (ii) aspectos nos trabalhos sobre Educação Ambiental da área que contribuem para definir uma Educação para o Risco. Para essa análise toma-se como referência os pressupostos da Análise Textual Discursiva. Dos resultados, nota-se a quase ausência de uma discussão explícita sobre o risco pelos pesquisadores da área; no entanto, é possível identificar alguns aspectos que podem delinear o conceito tais como a diferenciação entre Educação Ambiental e Educação para o Desenvolvimento Sustentável; aproximações envolvendo aspectos da complexidade, do decrescimento, e da reflexividade.

Biografia do Autor

Fernanda Carvalho, Universidade Federal do ABC

Doutoranda em Ensino e História das Ciências e da Matemática; Centro de Ciências Naturais e Humanas, Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André, São Paulo, Brasil, carvalho.fernanda@ufabc.edu.br

Luis David, Universidade federal do ABC

Mestrando em Ensino e História das Ciências e Matemática; Centro de Ciências Naturais e Humanas; professor da educação básica; Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André, São Paulo, Brasil, luis.david@ufabc.edu.br

Carla Santos, Universidade federal do ABC

Graduanda em Bacharelado em Ciência e Tecnologia, Centro de Ciências Naturais e Humanas, Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André, São Paulo, Brasil, carla.santos@aluno.ufabc.edu.br

Fabricio Masaharu, Universidade federal do ABC

Doutorando em Ensino e História das Ciências e Matemática; Centro de Ciências Naturais e Humanas, Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André, São Paulo, Brasil, fabricio.masaharu@ufabc.edu.br

Gabriel Cuzziol, Universidade federal do ABC

Mestrando em Ensino e História das Ciências e da Matemática; pesquisador, Centro de Ciências Naturais e Humanas, Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André, São Paulo, Brasil, prado.cuzziol@aluno.ufabc.edu.br

Thiago Ribeiro, Universidade federal do ABC

Mestrando em Ensino e História das Ciências e da Matemática; pesquisador, Centro de Ciências Naturais e Humanas, Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André, São Paulo, Brasil, thiago.ribeiro@aluno.ufabc.edu.br

Ricardo Chierecci, Universidade federal do ABC

Mestre em Ensino de Ciências (Modalidade Física) pelo Instituto de Física da Universidade de São Paulo. São Paulo, São Paulo, Brasil. ricardo.chierecci@gmail.com

Giselle Watanabe, Universidade federal do ABC

Pós doutora pelo Instituto de Física da Universidade de São Paulo e Universidad de Sevilla/ES; professora do Centro de Ciências Naturais e Humanas da Universidade Federal do ABC, Centro de Ciências Naturais e Humanas, Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André, São Paulo, Brasil, giselle.watanabe@ufabc.edu.br

Publicado
2022-08-10
Seção
Artigos