EDUCAÇÃO INTEGRAL: DIREITO PÚBLICO SUBJETIVO

  • Pedro Ganzeli Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
Palavras-chave: Educação Integral, Planejamento Participativo, Estado Social de Direito

Resumo

A ideia de educação integral envolve múltiplas possibilidades de compreensão, especialmente, no âmbito de políticas, programas, projetos, entre outras dimensões da organização do espaço educativo, relacionadas à ampliação do tempo de permanência de estudantes em atividades educativas, que, por sua vez, atendem a um determinado modelo de estado. Este artigo tem por objetivo analisar a concepção de educação integral na perspectiva da formação do sujeito de direito. Inicialmente apresentaremos o modelo do Estado Social de Direito, conforme prescrito na Constituição da República Federativa do Brasil, de outubro de 1988, como referência para a definição das três premissas constituintes da educação integral: pleno desenvolvimento da pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. Em seguida, exploraremos as características básicas do planejamento participativo, processo fundamental para a realização da educação integral nos espaços educativos. Considerando que a educação, na perspectiva da formação do sujeito de direito, deve atender a integralidade do ser humano, este estudo contribui na construção de referencial conceitual sobre a educação integral. Palavras-chave: Educação Integral. Planejamento Participativo. Estado Social de Direito.

Biografia do Autor

Pedro Ganzeli, Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Faculdade de Educação. Departamento de Políticas, Administração e Sistemas Educacionais - DEPASE. Laboratório de Gestão Educacional - LAGE
Publicado
2018-03-21
Como Citar
GANZELI, P. EDUCAÇÃO INTEGRAL: DIREITO PÚBLICO SUBJETIVO. Educação: Teoria e Prática, v. 27, n. 56, p. 575-591, 21 mar. 2018.