Fake news y sus aspectos sociales y psicológicos
DOI:
https://doi.org/10.18675/1981-8106.v.36.n.71.s18898Palabras clave:
Cognición. Comportamiento humano. Efecto de los medios. Psicología.Resumen
Las fake news son un fenómeno contemporáneo, aunque su existencia esté presente en otros momentos de la sociedad. La aceptación y el compartimiento de información falsa son intrigantes y desafían la racionalidad. ¿Cómo, entonces, explicar tal comportamiento? En este contexto, presentamos un estudio teórico-reflexivo, con aportes de la Psicología, fundamentado en los presupuestos de Freud (1921), Maffesoli (2010) y Pilati (2018), con el objetivo de comprender las razones que llevan a las personas a creer y compartir fake news. Se abordan factores como los sesgos cognitivos, las emociones y la dinámica de las redes sociales. El estudio destaca cómo las distorsiones cognitivas y el sesgo de confirmación inducen a las personas a creer en informaciones que refuerzan sus creencias preexistentes, sin considerar la veracidad de los hechos ni la fiabilidad de las fuentes. Asimismo, se analiza el impacto emocional de las fake news, que con frecuencia explotan miedos y deseos, facilitando su aceptación y difusión. Se examina también el papel de las redes sociales, que amplifican la propagación de notícias falsas debido a sus características de compartición rápida y a los algoritmos que priorizan contenidos sensacionalistas. Concluimos que la propagación de fake news es un fenómeno complejo, en el que se entrelazan procesos psicológicos y sociales. Para mitigar este problema, resulta esencial el desarrollo de estrategias educativas que fomenten la concienciación sobre los sesgos cognitivos y los impactos de las fake news, así como la promoción de un enfoque crítico y responsable en las interacciones digitales.
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