La educación de jóvenes y adultos trabajadores en el Instituto Federal do Espírito Santo y la formación humana omnilateral: la filosofía de la praxis y la emancipación de los grupos subalternos
DOI:
https://doi.org/10.18675/1981-8106.v.36.n.71.s18726Palabras clave:
Antonio Gramsci. Educación de jóvenes y adultos. Filosofía de la praxis. Formación humana integral. Emancipación.Resumen
Este artículo pretende hacer memoria de la historia de la Educación de Jóvenes y Adultos (EJA) en el Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) campus Vitória en relación con la praxis política y educativa de Antonio Gramsci. Tiene como preocupación la proposición de una filosofía que contemple la realidad y la lucha de los grupos subalternos por una educación omnilateral. Gramsci fue pensador y militante que pasó por las agruras vividas por los grupos subalternos. De origen sardo y con cifosis, desde temprana edad, supo sobrellevar las adversidades de la vida, lo que le impuso trabas para complementar sus estudios en la edad-serie adecuada, lo que es común a los alumnos de la educación de jóvenes y adultos. Así, su práctica educativa se basa en el nexo orgánico entre vida y pensamiento. Considerando esa inseparabilidad entre vida, obra y pensamiento, partimos del método histórico-filosófico apoyados por la metodología de la revisión bibliográfica de algunas obras del autor sardo. Los resultados señalan que la propuesta filosófica, educativa y política del pensador contribuye para una praxis educativa con miras a la formación humana integral de los estudiantes de la EJA y adultos y su emancipación como clase trabajadora.
Citas
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